quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Explorando sem destruir

EXPLORANDO SEM DESTRUÍR
A natureza tem seu próprio ritmo para produzir. Ela precisa de pouco tempo para repor alguns recursos que extraímos do ambiente; mas precisa de dezenas ou centenas de milhares de anos para repor outros recursos, sendo que alguns nunca mais serão repostos, logo, é nossa responsabilidade utilizar esses recursos com parcimônia para poder tê-los sempre.
(Adaptado de: Carlos Barros e Wilson Roberto Paulino. Ciências e Meio Ambiente – 5ª série, Editora Ática)

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Educação Ambiental como caminho de mudança

A Educação Ambiental tem sido apontada como um caminho para se transformar realidades indesejadas, muitas das quais decorrentes do modelo insustentável de desenvolvimento adotado pela maioria da humanidade. Surgiu como as grandes crises ambientais da década de 70, do sésculo XX, decorrentes da insustrialização descuidade que mesmo tendo melhorado em muitas partes do mundo, ainda causa sérios problemas nos países pobres ou naqueles que optam por crescer a qualquer custo. O resultado são impactos cada vez maiores sobre as áreas naturais, reduzindo-as drásticamente e causando a poluição do ar, da água e do solo. A natureza, nesse processo se tornou uma mera fonte de recursos para alimentar a voracidade da produção de bens de consumo.
Com as catástrofes ambientais desenvolveu-se uma consciência de que algo precisava ser feito para fomentar maior cuidado com o planeta, principalmente porque se baseava em um aprendizado que priorizava o racional, sem focar em valores e na sensibilidade do ser humano.
Inicialmente, a ênfase da Educação Ambiental era mais conservacionista. Todavia, acabou se tornando um veículo de mudanças profundas, ao adotar um pensamento crítico e incorporar questões sociais, que certamente influenciam o modo de o ser humano se relacionar com a natureza.
O Brasil, possuidor de uma das mais ricas biodiversidades do mundo e berço de Paulo Freire, meece que levem à sério a integração entre questões ambientais e sociais, dando exemplo de que é possível se desenvolver sustentavelmente.
Suzana Machado Pádua (educadora ambiental e presidente do IPÊ- Instituto de Pesquisas Ecológicas)

domingo, 28 de março de 2010

Estou de volta!

O sonho do homem caminhará até tomar as maõs em pássaros livres, inteiramente livres, para amar o azul ou as várias almas de céu dentro do homem que se movimenta na liberdade, no amor e no desejo em que a sei próprio inventa. (Moacir Felix)
E apesar de tudo, ainda sou eu mesma! Livre e esguia, filha eterna de quanta rebeldia me sangrou. (Alda Lara)
Assim sou eu, Miriam

domingo, 30 de agosto de 2009

A TRANSIÇÃO DOS TEMPOS MODERNOS

As transformações socioeconômicas da Baixa Idade Média levaram á expansão marítima européia do século XV, irradiando edeitos que envolveram toda a maneira de viver do homem europeu.


A cultura, a religião e a política sofreram mudanças substanciais, adequando-se à nova ordem do capitalismo comercial.
Na cultura, deu-se o Renascimento Cultural, firmando novos valores e princípios burgueses, e contestando os medievais-feudais.
Na religião, A Reforma Protestante coroou o processo de decadência da Igreja, a principal representante da ordem feudal, adequando a religião aos Tempos Modernos.
Na política, a formação das monarquias nacionais iniciada durante a Baixa Idade Média, submetendo a nobreza e a Igreja, culminou, na Idade Moderna, com o surgimento dos Estados Absolutos.
A Idade Moderna foi assim, o período de desmontagem progressiva do que ainda restava do feudalismo e de edificação gradual da nova ordem capitalista.
(VICENTINO, Cáúdio. História Integrada: O mundo da Idade Moderna; Editora Scipione)